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 Eu vi um cisne. Se debatendo sobre as margens do lago negro.
 Alias, a morte não é mais que uma dança?

Inspiracao

A perdi procurando por palavras exatas. Estas, me escapam

Foda-se

Sabe aquele amor que eu te dei? Aquela compaixão que eu tive? Aquele perdão que nao lhe neguei? Entao, sabe o que você faz? Pega tudo e enfia no CÚ Caralho, nao é possivel Você não se toca, E logo quando zombar os burros vai Nao pensa em si próprio Ai que bosta e eu nao consigo escrever O que eu quero dizer. Ah, foda-se

#NowPlaying Words I Couldn`t Say

Vim postar uma musica que venho ouvindo muito, mais pela letra dela do que pelo ritmo em geral.
A musica originalmente é de uma banda pouco conhecida chamada Rascal Flatts, mas eu preferi postar ela na voz da Leighton Meester, que foi a que eu conheci primeiro e, por ser cantada por uma mulher, fez com que eu me relacionasse mais. A versao original também é boa.





In a book, in a box, in the closet
In a line, in a song I once heard
In a moment on a front porch late one June
In a breath inside a whisper beneath the moon
There it was at the tip of my fingers
There it was on the tip of my tongue
There you were and I had never been that far
There it was the whole world wrapped inside my arms
And I let it all slip away
What do I do now that you're gone?
No back up plan, no second chance
And no one else to blame
All I can hear in the silence that remains
Are the words I couldn't say
There's a rain that will never stop fallin'
There's a wall that I tried to take down
What I should have said just wouldn't pass my lips
So I held back and now we've come to this
And it's too late now
What do I do now that you're gone?
No back up plan, no second chance
And no one else to blame
All I can hear in the silence that remains
Are the words I couldn't say
I should have found a way to tell you how I felt
Now the one I'm telling is myself
What do I do now that you're gone?
No back up plan, no second chance
And no one else to blame
All I can hear in the silence that remains
Are the words I couldn't say






TRADUCAO




Palavras Que Eu Não Pude Dizer

Em um livro, em uma caixa, em um armário
Em um verso de uma canção que ouvi uma vez
Em um momento na varanda no final de junho
Na respiração de um sussurro sob a lua


Lá estava, na ponta dos meus dedos
Lá estava, na ponta da minha língua
Lá estava você, e eu nunca tinha estado tão longe
Lá estava todo o mundo envolto em meus braços


E eu deixei tudo escapar


O que eu faço agora que você foi embora?
Nenhum plano reserva, nenhuma segunda chance
E mais ninguém para culpar.
Tudo o que eu posso ouvir no silêncio que permanece
São as palavras que eu não pude dizer.


Há uma chuva que nunca para de cair
E um muro que eu tentei derrubar
O que eu deveria ter dito simplesmente não passou dos meus lábios
Então eu segurei e agora nós nos tornamos isso


E agora é tarde demais


O que eu faço agora que você foi embora?
Nenhum plano reserva, nenhuma segunda chance
E mais ninguém para culpar.
Tudo o que eu posso ouvir no silêncio que permanece
São as palavras que eu não pude dizer.


Eu deveria ter encontrado uma maneira de lhe contar como me sentia
Agora a única para quem estou contando sou eu mesma


O que eu faço agora que você foi embora?
Nenhum plano reserva, nenhuma segunda chance
E mais ninguém para culpar.
Tudo o que eu posso ouvir no silêncio que permanece
São as palavras que eu não pude dizer.
  

Sobre (novos) Antigos Amores

Ele a fazia se sentir nas nuvens. Com o sorriso nervoso e o jeito de como a fazia se sentir diferente. Especial. Você jurou que seria  para sempre, senão isso, por um bom tempo. Mas a magia acabou. E logo não era mais a mesma coisa. Vocês se separaram e a garota nao sofreu nada (ou ela pensava).
Mas então, cinco meses depois, ela simplesmente quer conversar com ele. Abre a conversa online e então disparam tempos atrás. Você já não pode ler suas frases sem que se lembre de um fato, de como ficou nervosa quando ele lhe disse isso.
E ela continua a mexer na ferida, já cicatrizada.
E entao, qualquer coisa, um mínimo ponto final, já é algo. E ela volta no tempo novamente, pensando em como queria poder fazer diferente. Fazer valer a pena, mas agora não dá mais.
Ela não quer admitir o passado, como também não quer ganhar uma nova cicatriz, nos pulsos já arranhados.
Seus pulsos lhe condenam. 
Em seus pulsos mensagens foram escritas e nunca saíram, e voce volta a reve-las. Logo nao aguenta mais, seus pulsos nao aguentam sustentar nem mesmo um mísero copo de água.
Você sente a necessidade fluir em suas veias e se machuca mais quando estas se estouram, fazem o sangue se escorrer, pelos lábios que lhe foram tocados, pelas maos que lhe foram seguradas, pelo peito que lhe foi partido, pelos pulsos machucados pelo tempo.

Mas agora você não pode mais.
Adoeceu de tantos machucados.
Hemorragia interna.

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Não sei porque, mas este texto é algo que quero escrever há tempos, mas meus machucados me seguraram.
Dedicado ao meu (novo) antigo amor, ele sabe.
Eu acho.




Vejam o perfeito cover de Orla Gartland , uma garota que eu achei no youtube.

                                                      HALLELUJAH


Now I've heard there was a secret chord
That David played, and it pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
It goes like this
The fourth, the fifth
The minor fall, the major lift
The baffled king composing Hallelujah

Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah

Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty and the moonlight overthrew you
She tied you
To a kitchen chair
She broke your throne, and she cut your hair
And from your lips she drew the Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah

Baby i've been here before
I've seen this room and i've walked this floor
I used to live alone before i knew you
I've seen your flag on the marble arch
But love is not a victory march
It's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah...


   O ARCANJO.

  Um passeio na praia é incrivelmente bom para afastar pensamentos do passado. Mesmo querendo recordar o pequeno prazer de estar no meu verdadeiro lar nem tudo se reluz a ouro. Acontecimentos me vem a tona a cada segundo que se passa, mesmo sendo descorajador, as vezes correr pelo mundo equivale o mesmo que fugir.
  E assim que começou o minha grande influência de Bethany, o anjo do amor.

  SENDO acalmado pela brisa do mar em meu rosto fazendo com que meus musculos destencionarem um pouco vi um vulto sentado em minha direita a uns 13 metros de distância de mim . Com um violão de uma cor clara um pouco desproporcional para seu corpo tocava levemente e com facilidade.
  Não consegui indentificar sua cara já que a distancia para um olho humano era grande, apenas consegui ver seus cabelos castanhos escuros esvoasantes e o ruido de sua voz cantando uma canção lenta.
   Curioso, cheguei um pouco mais perto até nossa distancia ficar entre uns 4 ou 3 metros. Ela, uma garota, de 19 anos suponho, cantava lindamente uma canção que nunca ouvira. Ainda não percebendo minha presença por tão grande o intreterimento, podia se dizer que cantava com alma.
  Quando acabou a música, eu , continuava pairado de olhos fechados tentando aproveitar cada minuto e cada nota de sua melodia. Quando eu abri os olhos, ela me fitava inexpresivelmente, apenas interpretei com se devesse alguma explicação porque eu estava ali. Para falar a verdade, nem eu sabia.
  Ela tinha cabelos lisos que passavam um pouco abaixo de seu peito e que cobriam um pouco seu rosto, mas por causa do vento conseguia ver melhor suas feições. Tinha a pele morena num tom pessego,mas natural, era como se tivesse cor mas nunca tivesse pegado sol. Seus olhos brilhantes mas ao mesmo tempo sem dizer nada eram gigantes e castanho-escuros. Seu corpo era magro, porém com curvas, usava um vestido branco largo e a seu lado estava um all star vermelho de cano alto.
  Achando inapropriado encarar a garota dequele jeito , disse:
­ - Bonita a música, me desculpe, estava apenas apreciando-a. 
  Ela assentiu com a cabeça com um olhar enigmatico mas ao mesmo tempo desmostrando normalidade, como se isso  tivesse acontecido antes.
Ela começou a dedilhar o violão por alguns minutos e voltou a olhar para mim.
 - Sabe, não vejo muitas pessoas por esta praia,  por isso que gosto dela, mas as vezes um ser por aqui sempre torna nossas vidas um pouco menos cautelosas.
   Fiquei intrigado com sua voz doce porém um pouco rouca e também ela ter dito ser de vez apenas humano , mas não resolvi me arriscar. Esta foi a minha hora de confirmar com a cabeça.
   Ela apenas suspirou virando sua cabeça para o outro lado com uma expressão de cansaço de uma velha de 90 anos, com seu nariz reto e sua boca carnuda avermelhada passava um ar de mais velha, mas, bem, não era mais do que uma garota.
  Me sentindo um pouco culpado por não dizer nada me apresentei.
- Gabriel... – ela disse pensando em voz alta – não é um nome que se ouve por aqui em Venus Cove... bem, eu sou Linda.
   Esticando vagarosamente seu fino braço para me cumprimentar o apertei exitando um poco, sua pele era suave, mas ao mesmo tempo um pouco aspera. Ela forçou um pequeno sorriso para mim,  mas não consegui indentificar o que estava pensando.
   Nunca conhecerá ninguém assim, todas as garotas que me olhavam era o mesmo obvio e chato olhar de esperança de um dia termos um amor e nos casarmos pela causa da minha aparência humana, umas eram mais discretas quanto a isso, mas não deixavam transparecer um onda de desejos em seus olhos brilhantes. 
 Linda me olhava serenamente sem transparecer aparentemente nada, estranhando isso, sai um pouco fora de si e tentei entrar em sua mente para ver se encontrava algum pensamento. Não é como se tivesse uma barreira me impedindo de ver seu verdadeiro eu era apenas a questão frustrante de encontrar nada.
  Fiquei em choque por alguns segundos mas não demorei para tomar minha expressão normal de volta, não deveria estar assim, então para afastar esse estranho sentimento apenas tentei deduzir que era eu que estava exagerando tudo.
  Bem, esse pensamento não me durou muito tempo, e depois disso me veio uma sensação estranha.

  
(baseado apenas no personagem Gabriel do livro Halo. ) – Clara Escamilla